É fato que a luta dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil nunca foi fácil. Houve um período de repressão e medo. Uma época em que falar abertamente sobre qualquer assunto ou abrir a boca para reivindicar direitos era totalmente proibido.

Mas resistimos à ditadura e reconquistamos a nossa liberdade de expressão e atuação. Um novo tempo chegou. O período democrático permitiu que a classe operária tivesse voz e força para negociar com os patrões.

Em 2017, vieram novos ataques contra companheiros e companheiras. Por meio da reforma trabalhista, o governo e a classe empresarial retiraram direitos importantes.

Salários menores e benefícios perdidos são alguns dos problemas que o operário já começa a enfrentar. Não bastassem esses absurdos, muitos trabalhadores acabarão demitidos para que outros sejam contratados em seus lugares sem os mesmos direitos.

Além disso, a nova legislação busca enfraquecer os verdadeiros representantes da classe operária, os sindicatos. Para alcançar essa meta, o governo extinguiu algumas das principais fontes de sustento das entidades sindicais.

É importante dizer que tais ataques a trabalhadores, trabalhadoras e sindicatos não tiveram início com Michel Temer. Existe, na realidade, um longo histórico de governos que tentaram acabar com a luta operária.

Nunca foi do interesse dos empresários a existência de entidades que defendessem o trabalhador. Os sindicatos sempre atrapalharam a tentativa de imposição de jornadas desumanas, salários baixos e corte de benefícios.

Por isso, precisamos resistir. 2018 será um ano de contínua e intensa batalha. Companheiros, companheiras e Sindicato precisarão estar juntos para brigar contra estes desmandos!

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Teremos mais um ano difícil

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